sábado, 7 de Novembro de 2009
um poema à beira mar
Paira à tona de água
Uma vibração,
Há uma vaga mágoa
No meu coração.
F.Pessoa
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poema
quinta-feira, 5 de Novembro de 2009
terça-feira, 3 de Novembro de 2009
Real Regata de Canoas 2009
«A "Marinha do Tejo"continua viva e activa, promovendo as embarcações tradicionais da bacia do Tejo, construídas em madeira, catraios e canoas, fragatas e faluas, só para nomear alguns dos seus tipos.
No domingo passado, 4 de Outubro, véspera de um feriado republicano, teve lugar a Real Regatta das Canoas, no percurso da Praia de Pedrouços ao Montijo, de acordo com o vetusto Regulamento de 1845, devidamente ajustado. O Júri da Regatta foi presidido pelo Almirante Castanho Paes, conhecido entusiasta da vela e dos desportos náuticos.
Estes marinheiros que continuam a desafiar o rio desde montante da Ponte de Vila Franca de Xira, à Cala de Samora, ao Mar da Palha até ao mar oceano para além da Linha de Entre Torres, são os novos aventureiros do Século XXI que com as suas embarcações, no rigor da antiga e clássica construção naval em madeira, preservam a ancestral ligação das comunidades ribeirinhas ao estuário do Rio Tejo, as suas tradições e saberes do mar, são uma referência que nunca se poderá perder garantindo assim às gerações futuras as suas raízes culturais identificadoras das já referidas comunidades ribeirinhas e também do todo Nacional.»
No domingo passado, 4 de Outubro, véspera de um feriado republicano, teve lugar a Real Regatta das Canoas, no percurso da Praia de Pedrouços ao Montijo, de acordo com o vetusto Regulamento de 1845, devidamente ajustado. O Júri da Regatta foi presidido pelo Almirante Castanho Paes, conhecido entusiasta da vela e dos desportos náuticos.
Estes marinheiros que continuam a desafiar o rio desde montante da Ponte de Vila Franca de Xira, à Cala de Samora, ao Mar da Palha até ao mar oceano para além da Linha de Entre Torres, são os novos aventureiros do Século XXI que com as suas embarcações, no rigor da antiga e clássica construção naval em madeira, preservam a ancestral ligação das comunidades ribeirinhas ao estuário do Rio Tejo, as suas tradições e saberes do mar, são uma referência que nunca se poderá perder garantindo assim às gerações futuras as suas raízes culturais identificadoras das já referidas comunidades ribeirinhas e também do todo Nacional.»
Retirado de um PowerPoint que navega pela Internet, inexplicavelmente, sem ficha técnica nem identificação da autoria das imagens.


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canoas
quarta-feira, 7 de Outubro de 2009
segunda-feira, 5 de Outubro de 2009
Match Racing - 3º Qualificação Nacional Sul
Decorreu no Sábado e no Domingo (3 e 4 de Outubro), em Lagos, a 3º prova de qualificação nacional (sul) de match racing da qual deixo os resultados e imagens de algumas das provas de Domingo, que podem ver nesta galeria do meu site.



Match Racing
artigo daqui
Quando duas embarcações se encontram na linha de largada, a regata denomina-se match racing. Estas provas possuem um conjunto de regras próprias, que são diferentes das regras normais de uma regata de frota, e geram uma competição muito agressiva e renhida, onde um dos objectivos principais é levar o adversário a cometer faltas e a ser penalizado. As provas de match racing possuem arbitragem directa, com os árbitros a aplicarem "justiça instantânea" na água.
As provas são muito excitantes para quem participa e, ao contrário de outras provas de vela, também são emocionantes para os espectadores. A regata começa com as embarcações a lutar pelo controle da sua posição na linha no momento da largada, efectuando círculos em volta uma da outra e tentando ganhar vantagem em relação ao adversário, tirando mesmo partido das embarcações de espectadores, num intrincado jogo do gato e do rato.
O percurso de uma prova de match racing tem um formato oval, procurando-se que a linha de largada/chegada fique colocada junto à costa. Consiste numa linha de largada, entre duas balizas, disposta em ângulo recto com a direcção do vento. As embarcações partem da linha de largada e navegam à bolina até à baliza de barlavento, que deve ser rondada por estibordo (lado direito). Os spinnakers são içados e o duelo contínua à popa, até à baliza de sotavento, que é colocada junto da linha de largada, 100 metros dentro do percurso. As embarcações rondam as balizas por 2 ou 3 vezes, antes do vencedor cortar a linha de chegada.
artigo daqui
Quando duas embarcações se encontram na linha de largada, a regata denomina-se match racing. Estas provas possuem um conjunto de regras próprias, que são diferentes das regras normais de uma regata de frota, e geram uma competição muito agressiva e renhida, onde um dos objectivos principais é levar o adversário a cometer faltas e a ser penalizado. As provas de match racing possuem arbitragem directa, com os árbitros a aplicarem "justiça instantânea" na água.
As provas são muito excitantes para quem participa e, ao contrário de outras provas de vela, também são emocionantes para os espectadores. A regata começa com as embarcações a lutar pelo controle da sua posição na linha no momento da largada, efectuando círculos em volta uma da outra e tentando ganhar vantagem em relação ao adversário, tirando mesmo partido das embarcações de espectadores, num intrincado jogo do gato e do rato.
O percurso de uma prova de match racing tem um formato oval, procurando-se que a linha de largada/chegada fique colocada junto à costa. Consiste numa linha de largada, entre duas balizas, disposta em ângulo recto com a direcção do vento. As embarcações partem da linha de largada e navegam à bolina até à baliza de barlavento, que deve ser rondada por estibordo (lado direito). Os spinnakers são içados e o duelo contínua à popa, até à baliza de sotavento, que é colocada junto da linha de largada, 100 metros dentro do percurso. As embarcações rondam as balizas por 2 ou 3 vezes, antes do vencedor cortar a linha de chegada.
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sábado, 3 de Outubro de 2009
sábado, 26 de Setembro de 2009
quarta-feira, 23 de Setembro de 2009
domingo, 13 de Setembro de 2009
Rua Miguel Bombarda
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Apesar do topónimo não é uma rua de malucos ou alienados mas antes uma rua projectada para o rio, para o mar, que persiste como ex-libris de uma relação tantas vezes perdida pelas aldeias, vilas e cidades do litoral algarvio.
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rua para mar
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