Submarino privado M7


Chama-se M7, tem 300 metros de comprimento e todas as comodidades de um iate comum. Custa 2,3 mil milhões de euros. Entre os destaques maiores deste submarino contam-se uma suite principal de três pisos, oito camarotes VIP para convidados, sala de cinema, ginásio spa com jacuzzi, diversas salas de estar e salas de refeição com bar incluído.


Mais informação aqui

Gaivota à espera




Aquela gaivota enganada
Lá na ponta do quebra-mar
Esperando esperançada
Um barco de peixe a chegar
Mas só vem gente ociosa
É só turistas, que maçada
Pois trazem comida de prato
E a pobre gaivota nervosa
Desiste de tanto esperar
E vai ali roubar ao gato
                                    FC. 2017

sobre o óculo nos galões dos oficiais de marinha

foto constante no artigo
Interessante artigo publicado por Francisco Santos no seu blogue "Náutico".

«O óculo ou volta nos galões dos oficiais é uma tradição que teve origem na Marinha Real Britânica. Em inglês é chamado executive curl ou Elliot's eye. Existem diversas explicações para o surgimento do óculo:
1. O óculo seria uma recordação da volta que o Almirante Nelson usava num pequeno cabo para segurar a manga do uniforme, após perder o braço ferido na Batalha de Tenerife (1797).
2. O Elliot's eye seria uma referência ao método de formação duma volta num cabo de cânhamo, introduzido por William Elliot, membro do Conselho do Almirantado britânico em 1800-1801.
3. O Elliot's eye teria sido introduzido em memória do capitão George Elliot (1813-1901), ferido na Guerra da Crimeia.
4. A partir de meados do século XVIII o Conselho do Almirantado britânico estabeleceu regras para os uniformes dos oficiais. Em 1856 o óculo foi adicionado ao galão superior para os oficiais executivos (por isso é chamado executive curl). Entre 1915 e 1918 o óculo passou a fazer parte dos galões de todos os oficiais britânicos.»

artigo completo aqui


Vento Norte




WaterKings Lagos 2017.07.08


«Se há coisa que faz parte do verão na costa ocidental portuguesa é a nortada. O vento até pode soprar fraco durante o dia, mas ao final da tarde é como se empurrasse toda a gente para fora da praia. Este ano, contudo, devido ao posicionamento do anticiclone dos Açores (esse fenómeno que todos os anos passeia pelo Atlântico), que se encontra perto da Irlanda, e à presença de uma depressão na Península Ibérica a ventania tem sido mais persistente. A conjugação dos dois fatores é responsável pelo vento moderado a forte que se tem vindo a sentir nas últimas semanas. (12 AGO 2017).

De acordo com o Boletim Climatológico do IPMA, agosto de 2016 foi o que registou a temperatura máxima mais alta desde 1931. Houve noites tropicais e picos de calor, com a temperatura média no país a atingir os 38° em alguns dias. Junto à praia, claro, o vento nunca parou.

A intensidade do vento mede-se em nós, mas normalmente, e por uma questão de facilitar a compreensão, é apresentada em km/h. De acordo com o IPMA, a escala de intensidade tem cinco níveis. Vento fraco, coisa rara este mês, é aquele que sopra a menos de 8 nós (15 km/h). O vento moderado atinge uma intensidade entre os 15 e os 35 km/h; subindo os valores para o intervalo entre 36 e 55 km/h quando se trata de vento forte. Vento muito forte, expressão recorrente no estado do tempo, é aquele que pode chegar aos 75 km/h. A partir daí, ou seja para valores acima de 75 km/h, os meteorologistas usam a classificação de vento excecionalmente forte.»

in Jornal Expresso - 12 de agosto de 2017

KYMERA Hawaii

8 INSANE UNDERWATER MACHINES

Sardinhas ou kelp?

Sardinhas de aquacultura (aquicultura, marecultura, etc) ou vamos acabar comendo kelp?


Os valiosos ácidos gordos ómega-3 (ácido eicosapentenóico – EPA; e ácido docosahexanóico - DHA) são produzidos pelas algas sendo depois transmitidos à cadeia alimentar. Algumas empresas de rações para peixes de aquicultura já estão a extrair ómega-3 directamente das algas, num processo semelhante ao utilizado no fabrico de ómega-3 para adicionar aos ovos e ao sumo de laranja. Isto é benéfico porque reduz o DDT, os PCB e as dioxinas que se acumulam no peixe de aquicultura devido ao uso de óleos e farinhas de peixe para a sua criação.

foto da Net



Para saber mais, consultar os links abaixo:



http://www.greenpeace.org/portugal/pt/O-que-fazemos/oceanos/aquacultura/




Dia Mundial dos Oceanos

Não atire lixo borda-fora, não deixe lixo na praia ou no local de pesca. Se encontrar lixo na praia, particularmente embalagens de plástico, remova-os para os recipientes existentes na praia; se não existirem transporte-os consigo até ao próximo contentor de lixo. No planeta azul os oceanos são o suporte da vida. Se não fizermos nada, nada mudará e perderemos os oceanos e o planeta azul.


Procura-se, morta ou viva!

«A corvinata real (Cynoscion regalis), ou corvina americana, é uma espécie invasora na Península Ibérica. Esta espécie é capturada principalmente em estuários nos meses de Verão e Outono.
Características: a) zona ventral clara, b) padrão pontilhado na zona dorsal, c) barbatanas de cor amarelada. Contacte-nos se tiver alguma informação relativa a capturas desta espécie, através dos números que surgem na imagem.»

Centro de Ciencias do Mar (CCMAR)


ARTE-XÁVEGA

Portaria n.º 172/2017 de 25 de maio

A pesca com arte -xávega tem uma considerável relevância
em termos socioeconómicos para algumas comunidades
piscatórias da costa ocidental portuguesa, além de um valor
cultural e etnográfico.
No quadro da obrigação de descarga prevista na Politica
Comum de Pesca, no âmbito do Grupo das Águas Ocidentais
Sul, foi possível obter uma derrogação, através do
Regulamento Delegado (UE) 2016/2377, de 14 de outubro,
que permite a descarga e venda de uma quantidade da quota
de carapau com tamanho inferior ao tamanho mínimo de
referência de conservação.
Para este resultado contribuiu o reconhecimento do
caráter artesanal da pescaria e os estudos já realizados pelo
Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I. P. (IPMA)
que permitiram aprofundar o conhecimento sobre a composição
das capturas da arte -xávega e a variabilidade que
as mesmas apresentam, nomeadamente com a época do
ano e com a zona onde ocorrem.
Estas conclusões apontam para a inevitabilidade da
captura de exemplares abaixo do tamanho mínimo de descarga
aconselhando a flexibilização das regras em vigor,
sem prejuízo da desejável melhoria de seletividade da arte.
Aliás, a regulamentação da pesca por arte -xávega constante
da Portaria n.º 1102 -F/2000, de 22 de novembro,
alterada pela Portaria n.º 244/2005, de 8 de março, prevê
já, no seu artigo 7.º a interrupção da atividade da arte-
-xávega, até ao virar da maré, sempre que nas capturas
de um lanço predominem espécimes que não cumpram o
tamanho mínimo de referência de conservação.
Importa agora manter o acompanhamento da pescaria
e recolher a informação que permita avaliar a adequação
das medidas em vigor e justificar o regime derrogatório
existente, pelo que se reestrutura e adequa a composição
da Comissão de Acompanhamento da pescaria a esta nova
realidade.
Tendo ainda em conta os impactos ao nível da captura
acessória de espécies protegidas de cetáceos, designadamente
o boto e o roaz, estabelece -se a obrigatoriedade de
instalação nas redes de dispositivos acústicos de dissuasão.
Assim, ao abrigo do disposto nas alíneas d) e g) do n.º 2
do artigo 4.º do Decreto -Lei n.º 278/87, de 7 de julho, com
as alterações introduzidas pelos Decretos -Leis n.os 218/91,
2544 Diário da República, 1.ª série — N.º 101 — 25 de maio de 2017
de 17 de junho, 383/98, de 27 de novembro, e 10/2017, de
10 de janeiro e do n.º 3 do artigo 3.º do Decreto Regulamentar
n.º 43/87, de 17 de julho, alterado pelos Decretos
Regulamentares n.º 7/2000, de 30 de maio, n.º 15/2007,
de 28 de março, e n.º 16/2015, de 16 de setembro, que o
republicou, manda o Governo, pela Ministra do Mar, o
seguinte:

Artigo 1.º
Âmbito e Objeto
A presente portaria estabelece um regime participado de
gestão e acompanhamento da pescaria com arte -xávega.

Artigo 2.º
Comissão de Acompanhamento
1 — É criada uma Comissão de Acompanhamento da
Pesca com Arte Xávega (adiante designada por Comissão)
coordenada por um elemento designado pela Direção -Geral
de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos
(DGRM)..
2 — A Comissão é composta por:
a) Dois elementos designados pela Direção -Geral
dos Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos
(DGRM);
b) Um elemento designado pela Direção -Geral da Autoridade
Marítima;
c) Um elemento designado pela Unidade de Controlo
Costeiro da Guarda Nacional Republicana;
d) Dois elementos designados pelo Instituto Português
do Mar e da Atmosfera, I. P. (IPMA);
e) Um elemento designado pela DOCAPESCA — Portos
e Lotas, S. A.;
f) Três elementos designados pelo conjunto das Autarquias
em cujo território se pratica a pesca por arte
envolvente -arrastante;
g) Três elementos designados pelo conjunto das freguesias
em cujo território se pratica a pesca por arte envolvente-
-arrastante;
h) Um elemento em representação da Associação Portuguesa
de Arte -Xávega;
i) Três elementos em representação dos pescadores, um
da zona Ocidental Norte, outro da zona Ocidental centro
e outro da zona Ocidental Sul;
j) Um elemento em representação dos compradores;
k) Um elemento da PONG -Pesca, em representação das
organizações não -governamentais portuguesas na área do
ambiente e das pescas;
l) Um elemento designado pela Federação dos Sindicatos
do Sector da Pesca.
3 — Podem igualmente participar nos trabalhos da Comissão,
a convite da entidade coordenadora, representantes
de outras entidades não previstas nos números anteriores
e que tenham um legítimo interesse no acompanhamento
da pesca por arte envolvente -arrastante, bem como personalidades
de reconhecido mérito no âmbito de questões
científicas pertinentes.
4 — Compete à Comissão:
a) Acompanhar a atividade de pesca contribuindo para o
desenvolvimento e implementação de um plano de gestão
de médio e longo prazo para a pesca por arte -xávega, tendo
em conta as implicações económicas e sociais associadas
à pescaria;
b) Avaliar, anualmente, a adequação das medidas e propor
medidas de gestão e acompanhamento da pescaria.
5 — A representação das entidades referidas nos números
2 e 3 não implica, em qualquer dos casos, a atribuição
de remuneração ou pagamento adicional.
6 — A comissão reúne ordinariamente três vezes por
ano, dos quais uma antes da época de pesca, com o objetivo
principal de definir medidas de gestão e aprovar o plano de
acompanhamento da atividade e outra no final da época de
pesca, para avaliação da campanha e, extraordinariamente,
sempre que a entidade coordenadora o considere necessário
ou lhe seja solicitado por algum dos seus membros.
7 — A organização e o funcionamento da Comissão
são fixados por regulamento interno, cabendo à entidade
coordenadora agendar as reuniões e definir o local da sua
realização.

Artigo 3.º
Acompanhamento da pescaria
1 — O Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I. P.
(IPMA) em parceria com os armadores das embarcações
licenciadas para a pesca com esta arte define, em cada ano,
antes do início da época de pesca, o plano de acompanhamento
da pescaria, a apresentar à Comissão.
2 — O plano a que se refere o número anterior, nele
se incluindo o preenchimento de diários de atividade e a
amostragem regular das capturas para avaliação do impacto
da pescaria nas unidades populacionais a que a pesca é
dirigida, em particular no que se refere à proporção de
espécimes subdimensionados capturadas e medidas para
identificação das formas de redução das capturas de peixes
de tamanho inferior ao mínimo de referência de conservação,
é executado através de uma parceria entre os armadores
licenciados para a pesca com esta arte e o IPMA.

Artigo 4.º
Condições especiais relativas à interrupção da pesca
1 — Para efeitos de aplicação do disposto no artigo 7.º
da Portaria n.º 1102 -F/2000, de 22 de novembro, alterado
pela Portaria n.º 244/2005, de 8 de março, a atividade da
arte -xávega é interrompida e são suspensos os desembarques,
até ao virar da maré, após um lanço em que mais de
20 % do peso das capturas corresponda a espécimes subdimensionadas,
com tamanho inferior ao tamanho mínimo
de referência de conservação.
2 — Excecionalmente, nos termos e de acordo com
os limites estabelecidos no Regulamento Delegado (UE)
2016/2377, de 14 de outubro, é autorizada a descarga,
primeira venda e comercialização do carapau proveniente
do primeiro lance, mesmo que com tamanho inferior ao
tamanho mínimo de referência de conservação.

Artigo 5.º
Instalação de equipamentos de dissuasão acústicos
1 — As redes utilizadas na pesca com arte -xávega devem
ter instalados equipamentos de dissuasão acústicos
adequados a evitar as capturas acessórias de mamíferos
marinhos, designadamente boto ou o roaz.
2 — Se os dados existentes indicarem que a pesca por
arte -xávega não tem impactos sobre as populações de cetáceos
podem ser excluídas das obrigações referidas no n.º 1
as embarcações que operam em determinadas zonas, por
Diário da República, 1.ª série — N.º 101 — 25 de maio de 2017 2545
Despacho do Diretor -Geral da Direção -Geral dos Recursos
Naturais, Segurança e Serviços Marítimos.
3 — As características dos equipamentos serão determinadas
por Despacho do Diretor -Geral da Direção -Geral dos
Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos.

Artigo 6.º
Controlo dos desembarques e condições de comercialização
1 — Nos locais de desembarque em que existam estabelecimentos
da DOCAPESCA, Portos e Lotas, S. A., todo o
pescado desembarcado é pesado e registado por espécie e
categoria comercial, com a identificação da arte utilizada
na captura e emissão do respetivo documento de transação
e ou de transferência, quando aplicável.
2 — Nos locais em que não existam estabelecimentos da
DOCAPESCA, Portos e Lotas, S. A., podem ser vendidos
os produtos de pesca que não excedam 30 kg por comprador
e não sejam em seguida colocados no mercado, mas
usados apenas para consumo privado, sendo obrigatório:
a) Pesar e declarar todo o pescado capturado e vendido,
em declaração de modelo aprovado pela DGRM;
b) Apresentar ou remeter, por telecópia ou via eletrónica,
até 48 horas após a primeira venda, cópia dos duplicados
das notas de venda, em modelo aprovado pela DGRM;
c) Proceder até ao dia 15 do mês seguinte à entrega dos
originais dos duplicados das notas de venda, quando não
tenha sido entregue nas 48 horas seguintes;
d) Efetuar até ao dia 15 do mês seguinte o pagamento
dos montantes referentes aos descontos das contribuições
para a segurança social, do imposto sobre o valor acrescentado
(IVA) e da taxa de registo.
3 — As obrigações a que se referem as alíneas do número
anterior, são cumpridas junto do estabelecimento
da DOCAPESCA, mais próximo da área de residência
respetiva.
4 — Nos termos da legislação europeia, as descargas de
carapaus (Trachurus spp.) com tamanho inferior a 15 cm,
correspondente ao tamanho mínimo de referência de conservação,
podem ser comercializados nos seguintes termos:
a) Até 10 % do total em lotes misturados registados de
acordo com a sua categoria comercial;
b) Com tamanho compreendido entre 12 e 15 cm, em
lotes individualizados, registados com uma categoria de
tamanho identificada nos documentos de acompanhamento
e notas de venda como carapau T6;
c) Com tamanho inferior a 12 cm, em lotes individualizados,
registados com uma categoria de tamanho identificada
nos documentos de acompanhamento e notas de
venda como carapau T7.
5 — A comercialização de carapau das classes de tamanho
referidas nas alíneas b) e c) é proibida por despacho do
Diretor -Geral da DGRM, publicitadas no site da DGRM,
logo que atingidos os limites previstos no Regulamento
Delegado (UE) 2016/2377, de 14 de outubro.

Artigo 7.º
Entrada em vigor
A presente portaria entra em vigor no dia seguinte ao
da sua publicação exceto no que se refere à instalação
de equipamentos de dissuasão acústicos previstos no artigo
5.º que se aplica a partir de 1 de janeiro de 2018.
A Ministra do Mar, Ana Paula Mendes Vitorino, em
19 de maio de 2017

Rémora

rémora juvenil fotografada na Meia Praia em 2017.04.15


A rémora é um peixe sem considerável critério próprio pois limita-se a ser conduzida pelo seu hospedeiro/transportador, revelando uma existência assente num manifesto oportunismo. Anima-a episodicamente um elementar sentido de sobrevivência que suscita um movimento rápido para voltar a prender-se ao hospedeiro quando, por algum motivo acidental, se desprende dele. São, pois, esses “golpes de rins” bruscos e salvíficos a sua única manifestação digna de registo. Nesse particular lembra alguns políticos de segunda categoria que só se mantém quando agarrados a um hospedeiro/condutor e que, logo que se perdem destes, ou os abandonam por qualquer motivo, acabam por dar à costa depois de uma aflitiva e exaustiva busca por um novo patrono.
A rémora da Meia Praia era apenas um juvenil cansado e confuso que insistia em acometer para o areal, indo ao encontro da morte, mau grado as tentativas realizadas de a levar de volta a águas mais profundas.
Neste giro infinito de comportamentos básicos que animam todas as espécies do reino animal resta-nos considerar que são os humanos, com a sua capacidade de desempenho racional e irracional, que copiam os seres mais elementares da Natureza, e não o contrário.
Conheço muitas rémoras que por aí andam, à boleia, mas esta foi a primeira vez que fotografei e filmei uma do universo aquático.

Lixo no Mar


Se não reduzirmos os níveis
actuais de poluição 
em 2050 os mares 
terão mais plástico do que peixe.

Boa Esperança faz estrago em Vigo

Accidentada llegada a Vigo de la nao "Boa Esperança"

«Los portugueses se llevan a los Duques de Alba por delante .... Boa Esperanza... No les entro la inversora y cuanto más aceleraban para ir atrás, más iban avante. Hay que aclarar que no son portugueses, repetimos no son portugueses como dice la prensa, los marinos y el patrón son españoles, concretamente de Andalucia»

ler aqui a notícia

Izado de la pasarela desde una grúa. / Foto: Puerto de Vigo