Boa Esperança faz estrago em Vigo

Accidentada llegada a Vigo de la nao "Boa Esperança"

«Los portugueses se llevan a los Duques de Alba por delante .... Boa Esperanza... No les entro la inversora y cuanto más aceleraban para ir atrás, más iban avante. Hay que aclarar que no son portugueses, repetimos no son portugueses como dice la prensa, los marinos y el patrón son españoles, concretamente de Andalucia»

ler aqui a notícia

Izado de la pasarela desde una grúa. / Foto: Puerto de Vigo


Energia das ondas com tecnologia portuguesa



«Temos o movimento de subir e descer, e depois tem um cilindro no interior que guia uma caixa de mudanças, que movimenta geradores, que transmitem a energia por um cabo para terra»

Notícia  aqui e aqui

Algarve - Passeios de barco movido a energia solar

foto da Sun Concept

«Equipado com dois motores eléctricos e seis painéis solares, o Sun Sailer navega pelas águas calmas da Ria Formosa de forma totalmente eficiente.»

Picado daqui



Das Pescas e da Indústria Conserveira

O Declínio das Pescas e da Indústria Conserveira não foi um resultado da integração de Portugal na CEE. Estas actividades já apresentavam problemas estruturais e conjunturais na década anterior.

recortes da Revista Algarve Ilustrado de Agosto de 1971


Bandeira de conveniência

Se funcionar, é uma boa alternativa ao excesso de legislação, de exigências absurdas, e de taxas e impostos duplicados existentes em Portugal.


Clicar aqui para aceder ao sítio


Sismologia



Sismicidade e tectónica em Portugal

«Portugal, no contexto da tectónica de placas, situa-se na placa Euro-Asiática, limitada a sul pela falha Açores-Gibraltar (FAG) que corresponde à fronteira entre as placas euro-asiática e africana e a oeste pela falha dorsal do oceano Atlântico.
(...)
O movimento das placas caracteriza-se pelo deslocamento para Norte da Placa Africana e pelo movimento divergente de direcção E-W na dorsal atlântica. Na zona mais ocidental da fractura Açores-Gibraltar (FAG) encontra-se a junção tripla dos Açores e a Sudeste da ilha de S. Miguel a fractura toma uma direcção E-W, com movimento de desligamento e é conhecida por Falha da Glória. Um pouco mais para oriente, na zona do Banco de Gorringe, o movimento de desligamento passa a cavalgamento da placa euroasiática sobre a placa Africana. Para oriente abandona-se o domínio oceânico e entra-se no domínio continental com convergência continente-continente.
Devido a este contexto tectónico, o território português constitui uma zona de sismicidade importante.
Na zona mais ocidental da fractura Açores-Gibraltar, na junção tripla dos Açores, a sismicidade que se faz sentir está relacionada quer com o vulcanismo quer com a movimentação interplacas. A Sudeste da ilha de S. Miguel, a Falha da Glória tem um comportamento assísmico o que pode ser devido à reduzida taxa de movimento que poderá provocar sismos de grande período de retorno. Na zona de cavalgamento a sismicidade é difusa, não delimitando bem uma zona de fronteira, evidenciando um mecanismo complexo de fronteira de placas.
A sismicidade observada mostra que a actividade sísmica do território português resulta de fenómenos interplacas e de fenómenos localizados no interior da placa (sismicidade intraplacas). Aqui, ao contrário da sismicidade interplacas que se caracteriza por sismos de magnitude elevada e grande profundidade, a sismicidade é baixa a moderada e mais difusa, sendo difícil a relação directa entre as falhas existentes e os epicentros dos sismos.
(...)
Como já foi referido, além da sismicidade associada à fronteira de placas, existe actividade sísmica significativa no interior do território português causada pela própria tectónica do território. Neste contexto intraplacas podem salientar-se como zonas sísmicas mais importantes:

(ii) a região do Algarve, onde os sismos de Novembro de 1587 e de 12 de Janeiro de 1856 provocaram grandes estragos no sotavento algarvio e onde o sismo de 1722 provocou grandes estragos materiais e humanos desde o Cabo de S. Vicente a Castro Marim...»

texto completo aqui


Feira de Barcos - Novos e Usados

Imagens da Feira de Barcos Novos e Usados, organizada pela Soproyachts na Marina de Lagos, em 26 e 27 de Março de 2016. Felizmente, nesta terra, há que faça alguma coisa em torno do cluster MAR.













Serpente do mar, peixe remo ou "oarfish"

Quando há uns 3 anos vi, pela primeira vez, fotos deste peixe julguei tratar-se de fotomontagem. Afinal existe mesmo e é um peixe muito interessante. Aqui ficam umas fotos picadas da net.







e o link para saber mais, aqui e ver filmes  aqui e aqui

US fishing vessel


The most innovative US fishing vessel built in over 20 years

Alaskan Leader Fisheries LLC, an Alaskan owned fishing company, has accepted delivery of the newest commercial fishing vessel in the Alaskan freezer-longline fleet – the 184’ NORTHERN LEADER - from J.M. Martinac Shipbuilding Corporation of Tacoma, Washington.


The vessel employs advanced technology throughout many integrated ship’s system from 100%
LED lighting to a Diesel Electric Power Management System that controls the vessel propulsion units and all
other electrical demands onboard substantially reducing fuel usage over older vessels.

The eco-friendly longline vessel combines a very low environmental impact method of fishing with onboard
processing capabilities that allows for both maximum utilization of vessel catch and the highest quality
Alaskan whitefish production possible.

Designed for service in the longline fisheries of the North Pacific, Bering Sea, and Aleutian Islands, the vessel
will target Alaskan Cod, Sablefish, and other groundfish species and will be home ported in Kodiak, Alaska.

The NORTHERN LEADER project utilized many Pacific Northwest and International marine service
providers. From the builder, J.M. Martinac Shipbuilding, one of the oldest and most venerable West Coast
shipyards, to Jensen Maritime Consultants, a Crowley owned leading naval architectural firm based in
Seattle, the building of the NORTHERN LEADER involved the participation of over 100 companies and
provided the job equivalency of over 200 employee – years to complete the vessel in Tacoma, Washington.

The NORTHERN LEADER is the fourth vessel owned and operated by ALASKAN LEADER FISHERIES joining the
ALASKAN LEADER, BERING LEADER, AND BRISTOL LEADER to form the most modern and largest Alaskan
owned fleet in the offshore (processing at sea) fisheries of Alaska.

With the addition of the NORTHERN LEADER, Alaskan Leader Fisheries will have the harvesting capacity of over 28,000 metric tons annually (approximately 62,000,000 round pounds) of Alaskan cod and other groundfish species.

Robin Samuelsen, Board Chairman of Alaskan Leader Fisheries and Bristol Bay Economic Development Corporation of Dillingham, Alaska, in announcing the delivery of the company’s new vessel said:

“The completion of the NORTHERN LEADER project represents the culmination of over three years of hard work and the commitment of many people. Planning, design work, and construction were carefully monitored to insure that we would build the best possible vessel for the Alaskan longline fisheries.

I’m proud that Alaskans lead the way on this project. It shows our determination to make long-term investments in Alaska’s fisheries that will provide economic benefits to our people and communities for many years to come. We will produce the highest quality Alaskan seafood for world markets with the safest and most efficient fishing vessels”.

Bristol Bay Economic Development Corp, which owns 50% of Alaskan Leader Fisheries, was founded in 1992 as a participant in the Federal Community Development Quota program. Established to facilitate the economic and social participation of small rural communities of Western Alaska in the Federally managed fisheries of the Bering Sea and Aleutian Islands, the CDQ program has been very successful in increasing economic opportunity and social stability in these areas of Alaska.

Comprised of 17 Bristol Bay area watershed communities and headquartered in Dillingham, Alaska, BBEDC has been a leading CDQ advocate of strong and well measured long-term investments in the region’s commercial fisheries.

BBEDC’s core belief is that the sustainability of fisheries increases through sound economic investment and modernization of harvesting vessels and seafood processing facilities. These benefits will enable families and local communities to have access to greater economic, social, and educational opportunities.

Alaskan Leader Group, which also owns 50% of ALF, was founded in 1990 by seven long-time Kodiak fishing families to build larger freezer-longliner vessels to participate in the offshore Alaskan fisheries. ALG is very active in the operational management of the Alaskan Leader fleet with six families involved in the everyday support of the company’s fishing and seafood marketing activities.

VESSEL SPECIFICATIONS AND CAPACITIES


NAME:
NORTHERN LEADER

TYPE:
Steel Freezer - Longliner

DIMENSIONS:
184’ 3” X 42’ X 18’ 9”

VESSEL SPEED:
12.5 Knots

TONNAGE:
1,409 Gross Registered Tons
1,712 International Tonnage Cert.

CAPACITIES:

MAIN HOLD
31,000 cu.ft. – 878 cubic meters

FWD UPPER HOLD
2,800 cu.ft. – 80 cubic meters

AFT UPPER HOLD
2,400 cu. ft. – 68 cubic meters

TOTAL HOLD CAPACITY
36,200 cu. ft. – 1,026 cubic meters
1,786,600 lbs. est. - 808 metric tons

FUEL
136,000 gallons

FRESH WATER
22,000 gallons

CREW COMP:
TOTAL BERTHS 31

DELIVERY TO OWNERS:
June 29, 2013