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| recortes da Revista Algarve Ilustrado de Agosto de 1971 |
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Das Pescas e da Indústria Conserveira
O Declínio das Pescas e da Indústria Conserveira não foi um resultado da integração de Portugal na CEE. Estas actividades já apresentavam problemas estruturais e conjunturais na década anterior.
Ai as sardinhas.
Algarve: Problemas com a pesca da sardinha em 2015.
Falta de stock ou contingências da gestão do mesmo em toda a costa portuguesa?
Atenção, marítimos e outros agentes da pesca
Vai decorrer em Lagos, no próximo dia 27 de Maio de 2011, pelas 15h, no Auditório do Edifício dos Paços do Concelho Séc. XXI (novo edifício da Câmara Municipal), uma Sessão de Divulgação e Esclarecimento sobre as candidaturas ao Eixo 4 do PROMAR - Desenvolvimento Sustentável das Zonas de Pesca (que decorrem de 1 a 30 de Junho).
«O Desenvolvimento Sustentável das Zonas de Pesca é uma prioridade do Fundo Europeu das Pescas que visa contribuir para a regeneração das zonas dependentes da actividade piscatória mais afectadas pela escassez de recursos e pela necessária reestruturação do sector, ajudando-as a recuperar competitividade e criar actividades económicas alternativas e complementares.
O Eixo 4 será implementado através de agentes locais associados em parcerias, denominados Grupos de Acção Costeira (GAC) que reúnem entidades públicas e privadas com a responsabilidade de executar acções para o desenvolvimento e a melhoria da qualidade de vida das comunidades mais dependentes da pesca.
A Agência de Desenvolvimento do Barlavento encabeçou uma parceria local com vista à criação de um Grupo de Acção Costeira na zona do Barlavento do Algarve. A candidatura foi aprovada e o GAC do Barlavento poderá contar com cerca de 2.8 milhões de euros para investimentos em projectos que contribuam para a melhoria da qualidade de vida das comunidades piscatórias do Barlavento e que conduzam a novas fontes de rendimento complementares à actividade da pesca. »
José Raposo e os polvos


Nova legislação para as pescas promove asfixia dos pequenos pescadores, estabelecendo UMA zona de trabalho para cada pescador e interditando todas as outras. Será este o golpe de misericórdia para estas actividades? Parece que o mar se vai destinando ao uso exclusivo dos possidentes (?!). Portugal é, cada vez mais, um país retalhado, dividido em coutadas de uns poucos.
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